
As redes representam a maior parte do ambiente construído e são o suporte do crescimento da Europa e da sua competitividade.
Nas redes de infra-estruturas incluem-se todo o tipo de serviços que são oferecidos aos cidadãos, como sejam: infra-estruturas para transportes (estradas, caminhos de ferro, portos, etc.) que asseguram uma mobilidade rápida e segura de pessoas e bens, e infra-estruturas para serviços (gás, saneamento básico, energia, telecomunicações, serviços postais, etc.) que tornam as nossas condições de vida e de trabalho mais confortáveis e facilitadas.
Os proprietários e operadores de cada rede, quer seja local, nacional ou internacional, são legalmente responsáveis pela sua segurança e bom funcionamento e têm um dever social para com os consumidores. Quer isto dizer que os proprietários e operadores têm de se preocupar com aspectos de segurança, satisfação do consumidor, congestionamento, manutenção das infra-estruturas e equipamentos, e sustentabilidade e acessibilidade das redes. No entanto, tem, também, de haver coordenação entre as empresas de construção e o governo e as autarquias, no que respeita ao desenvolvimento económico e territorial e também no que respeita a questões sociais e de saúde pública.
Estas infra-estruturas têm que ser vistas como um produto (ou sistema) integrado único, que inclui várias funções e respostas às necessidades dos consumidores. É necessário fazer-se um planeamento que contemple todo o processo de criação das infra-estruturas (desde a concepção até à construção, montagem e manutenção das redes), e, inclusive, considerar toda a investigação e desenvolvimento a realizar nesta área.
São identificadas 5 directrizes para futuros desenvolvimentos das redes:
O desenvolvimento económico sustentável passa por garantir a funcionalidade e inovação das infra-estruturas e das redes integradas de serviços de primeira necessidade (gás, electricidade, saneamento básico e telecomunicações).